“Mobilizar, coordenar e fazer trabalhar em conjunto pessoas de serviços, de sectores, de funções diferentes sem dispor de autoridade hierárquica formal, é um desafio com o qual é confrontado um responsável de projecto.
Para esse líder, o êxito passa por uma gestão transversal eficaz da equipa de intervenientes, os quais devem canalizar para o projecto as suas competências e os seus contributos.”
1- Passar do projeto “somatório de especialidade” a um projeto vivenciado como a “obra comum” de uma equipa
– Definir a noção de projeto.
– Referenciar os obstáculos habituais ao desenvolvimento eficaz do projeto.
– Trabalhar de forma diferente: da “sequencialidade” à “convergência”.
2- Posicionar-se numa organização por projeto e situar as suas margens de manobra
– Conhecer as formas de organização por projeto.
– Identificar as suas implicações na gestão da empresa.
– Aumentar a sua eficácia na sua estrutura.
3- Apreciar todas as dimensões do seu papel e saber posicionar-se
– Precisar o papel e a responsabilidade do Chefe de Projeto.
– Diagnosticar os seus trunfos pessoais.
– Clarificar a relação Responsável de Projeto/Hierarquias dos Serviços/Intervenientes.
4- Gerir sem autoridade formal
– Analisar as fontes do seu poder para desenvolver a sua liderança.
– Apropriar-se dos fatores-chave para promover a adesão e manter o envolvimento dos intervenientes no projeto.
5- Desenvolver a “performance” da equipa ao longo do desenvolvimento do projeto
– Organizar o trabalho:
• da definição da tarefa à definição do papel;
• delegar e acompanhar;
• gerir as interfaces.
– Criar a equipa de projeto:
• ter em consideração as particularidades da equipa de projeto;
• constituir a equipa;
• definir as regras do jogo para facilitar a cooperação;
• a importância da reunião de lançamento.
6- Animar a cooperação inter-funções na equipa
– Referenciar os obstáculos à comunicação.
– Co-produzir o projeto com a sua equipa.
– Dinamizar a equipa: as reuniões nos projetos.
7- Adaptar a sua gestão às equipas distantes, dispersas, virtuais
– Comunicar via instrumentos eletrónicos.
– Referenciar e regular os conflitos inerentes à comunicação à distância.
– Desenhar uma carta de competências.
– Gerir a equipa pelas competências e pela confiança.
8- Antecipar e gerir os desacordos e as situações conflituais
– Identificar os diferentes tipos de desacordo nos projetos para os fazer emergir o mais breve possível.
– Gerir a confrontação de especialistas para inovar.
– Tratar os conflitos evitando a sua escalada.
– Todos os colaboradores de uma empresa chamados a intervir como Responsáveis pela condução de equipas de Projeto.
– Posicionar-se numa organização mista projeto/função para delimitar as suas margens de manobra.
– Identificar as condições de eficácia de uma gestão transversal.
Utilizar as alavancas da influência para mobilizar a sua equipa de projeto e os decisores.
– Aplicar as técnicas adaptadas para gerir, animar uma equipa e motivar os indivíduos ao longo do desenvolvimento do projeto.
– Antecipar e tratar os conflitos.
– Uma pedagogia ativa.
– Esta formação privilegia uma pedagogia alternando os aspetos metodológicos com o treino prático.
– Utilização de grelhas de análise e de diagnóstico para referenciar as práticas e os comportamentos.
| Data Início | Data Fim | Horário | Local | Dias | Preço | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012-06-04 | 2012-06-06 | 9h-12h30 e 14h-17h30 | Lisboa | 3 dias | 1.040,00 € | |||
| 2012-10-29 | 2012-10-31 | 9h-12h30 e 14h-17h30 | Porto | 3 dias | 1.040,00 € | |||
| 2012-11-12 | 2012-11-14 | 9h-12h30 e 14h-17h30 | Lisboa | 3 dias | 1.040,00 € | Garantida | ||
Satisfação dos Nossos Clientes:
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