Os gestores e líderes que exercem a sua acção de liderança transaccional no dia-a-dia, sabem até que ponto é vital motivar as suas equipas e redinamizar as competências das pessoas que lideram.
Parte importante do seu papel é justamente encorajar e ajudar as pessoas a alcançarem sucesso.
Ao utilizar as competências de coaching no quotidiano profissional, cada gestor e líder apoiará os membros da sua equipa a serem mais proactivos na assunção da responsabilidade individual pelas suas próprias acções.
Como líder, é fácil dar sugestões, direccionamentos e, mesmo, decisões, quando as situações são claras.
No entanto, incentivar as pessoas a encontrarem as suas próprias soluções e agirem segundo as suas próprias estratégias, se bem que seja mais arriscado, é muito mais responsabilizante e empoderador.
As pessoas necessitam de espaço para crescer; se cada gestor e líder trabalhar a partir do sucesso construído por cada colaborador, esse facto incentivá-lo-á a porfiar no alcance de sucessos renovados.
1- O quê, o porquê e o quando do Coaching
• Breve história sobre as práticas de Coaching, o seu sentido e os seus objectivos;
• Definição do Coaching enquanto acção centrada no desenvolvimento dos outros;
• Os dois pólos dos processos de Coaching: O Coach e o Cliente (Coachee).
• Especificidades e contextos das práticas de Coaching: O Coach Externo, o Coach Interno, o Lider/Coach;
• As 7 alavancas de mudança nas práticas de Coaching : Auto-Consciência, Responsabilidade, • Acreditar em Si Próprio, Ausência de Censura, Focalização nas Soluções, Desafio e Acção.
2- os contextos do exercício do Coaching na perspectiva do Lider/Coach
• Praticar o Coaching dos colaboradores directos: Desafios, Oportunidades e Ameaças;
• Alinhamento entre o desenho e as dinâmicas dos processos de Coaching e a estratégia da organização;
• As “3 agendas” do processo de coaching: a agenda do Lider/Coach, do coachee individual e da organização.
• Missão dos processos de coaching, no contexto do Lider/Coach:alinhar aquilo que as pessoas fazem melhor com aquilo de que a organização mais necessita.
• Os princípios da Liderança/Coaching: Criar um ambiente seguro e desafiante, trabalhar com a agenda do coachee, facilitar e colaborar, incentivar a auto-consciência do coachee, promover a aprendizagem sustentada a partir da experiência, modelar as competências a desenvolver no coachee.
• Assegurar a ética nas acções de Liderança/Coaching.
• Desenvolver uma cultura de coaching na organização.
3 – Competências fundamentais do Líder/Coach
• Ser consciente e aprender a desafiar as suas próprias concepções e representações da realidade;
• Reconhecer as situações em que factores escondidos podem influenciar negativamente o estabelecimento e a continuidade de uma relação de coaching mutuamente significativa;
• Clarificar o mix de acções sobre a performance e acções sobre o desenvolvimento de acordo com as necessidades do coachee;
• Reconhecer a necessidade de procurar ajuda para melhor poder apoiar os projectos de desenvolvimento do coachee;
• Aprender a identificar as suas limitações pessoais face às perspectivas de desenvolvimento do coachee;
• Aumentar a sua competência para ver os processos de coaching simultaneamente como fazendo parte deles e como observador externo (in and out);
• Aprender a sair do papel de Lider/Coach e assumir um outro papel (Lider, Manager, Mentor…) de acordo com as dinâmicas situacionais e as necessidades do coachee;
• Ajudar o coachee a identificar respostas alternativas face aos constrangimentos que o sistema organizacional possa impor ao seu desenvolvimento pessoal;
• Ajudar os coachees a, face aos desafios que enfrentam, encontrar formas de gerar soluções positivas para eles, como indivíduos, e para a organização.
4 – Ajudar um colaborador a encontrar a sua “VOZ” (#) e a libertá-la para a concretização de finalidades pessoais e organizacionais produtivas
• O diagnóstico da “coachabilidade” do coachee (grau de probabilidade de mudança através do processo de coaching);
• Trabalhar a partir das representações e da agenda do coachee;
• Estabelecer diálogos sobre “A Voz”;
• Escutar, escutar e, ainda, escutar;
• Saber colocar as questões produtivas;
• Promover “saltos cognitivos” nas representações do coachee;
• Incentivar à descoberta de alternativas, numa perspectiva positiva e realista;
• Saber aproveitar as oportunidades para transformar uma “conversa banal” num diálogo sobre “A Voz”.
| Data Início | Data Fim | Horário | Local | Dias | Preço | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012-10-08 | 2012-10-09 | — | Lisboa | 2 dias | 1.400,00 € | |||
Satisfação dos Nossos Clientes:
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