"Nunca como agora foi tão necessário apostar no Upskilling e Reskilling"

20/10/2020

Quando surgiu a pandemia, a CEGOC já apostava no digital learning há quase duas décadas, mas os constrangimentos criados pela necessidade de isolamentoexponenciaram a sua pertinência.

 

Em entrevista à RHmagazine, Cátia Silva, head of open courses business development e multimodal learning & development advisor na CEGOC, afirma que são várias as vantagens deste modelo de aprendizagem para empresas e colaboradores, e que nunca como agora foi tão necessário apostar no upskilling e reskilling, quer para manter a competitividade do tecido empresarial, quer para aumentar a empregabilidade dos profissionais.

 

- O online foi uma novidade para a CEGOC ou era algo a que já estavam habituados? Como adaptaram o vosso modelo negócio às condições impostas pela pandemia?

A digitalização da formação é uma aposta estratégica da CEGOC e do Grupo Cegos com aproximadamente duas décadas, pelo que já faz parte do ADN do grupo! Por exemplo, e de entre várias iniciativas recentes, destaco que nos últimos dois anos lançámos a abordagem 4REAL® (Real — Efficient- Adapted - Learning), continuámos a desenvolver novos ativos e formatos digitais, como os módulos de treino intensivo, para além de criarmos uma coleção corporativa de soluções 100% digitais - #UP 4REAL® - disponível em sete idiomas, entre os quais o português. (leia a resposta completa na entrevista)

- Quais as vantagens da formação 100% online?

São várias as vantagens, muitas delas amplamente exploradas. Destaco, contudo, a personalização e o reforço e transferência da aprendizagem. Com a digitalização da aprendizagem torna-se possível permitir que cada um dos participantes individualize, de acordo com as suas necessidades e interesses, o percurso de aprendizagem, tornando-o único e distinto face aos restantes elementos da sua equipa. Naturalmente, isto aumenta a relevância e o comprometimento de cada um com o processo de aprendizagem, condições essenciais para aumentar o retorno do investimento. Paralelamente, é possível criar mecanismos, não só de reforço, mas de desafio à implementação da aprendizagem no contexto de trabalho, o que potencia a sua transferência e produz resultados visíveis na performance individual e coletiva. (leia a resposta completa na entrevista)

- Quão importante é o upskilling e reskilling nesta nova etapa de retoma gradual da atividade económica?

Todos nós experienciámos uma mudança repentina e abrupta nas nossas vidas, e estamos agora perante um novo contexto social, económico, até mesmo pessoal. Mais do que nunca, tivemos, ao longo dos últimos meses, a necessidade de nos (re)adaptar, e essa necessidade continuará a pautar as nossas vidas. A mudança trouxe novas formas de operar, novos processos, novas necessidades. E as consequências económicas da pandemia irão provocar novas mudanças. Logo, nunca como agora foi tão necessário apostar no upskilling e reskilling, quer para manter a competitividade do tecido empresarial, quer para aumentar a empregabilidade de cada um de nós. Isto implica apostar no desenvolvimento de um conjunto de competências, de entre as quais destaco a aprendizagem contínua, ou seja, a capacidade de (re)aprender a aprender de forma constante e ininterrupta para enfrentarmos novos desafios. E o desenvolvimento desta cultura de aprendizagem significa que cada vez mais iremos querer aceder ao conhecimento e a um conjunto de ferramentas, métodos e técnicas, de forma rápida e concisa, quando efetivamente sentimos essa necessidade. Logo, o digital learning continuará a evoluir para responder de forma eficaz a esta realidade, e as áreas de L&D serão, cada vez mais, confrontadas com a necessidade de agilizar de forma económica as suas intervenções.(leia a resposta completa na entrevista)

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