"Estamos novamente a viver uma era de disrupção global"
Publicado em 01/09/2026
A aceleração tecnológica, impulsionada pela Inteligência Artificial, está a colocar às organizações um desafio que já não é apenas tecnológico, mas sobretudo humano, o de preparar as pessoas para acompanhar essa velocidade de mudança com as competências certas.
Na entrevista publicada na revista Human, Ricardo Martins, Diretor Geral da Cegoc, reflete sobre este momento a propósito de uma data simbólica para a organização: as novas instalações da Cegoc em Lisboa, integradas num Grupo Cegos que celebra 100 anos de história. Ao longo deste século, o grupo acompanhou sucessivas transformações do mundo do trabalho, e é essa capacidade de se reinventar continuamente, mais do que a longevidade em si, que Ricardo Martins destaca como o verdadeiro traço distintivo da organização.
A Inteligência Artificial como acelerador, não como substituto
Sobre o papel da Inteligência Artificial nesta nova fase, Ricardo Martins é claro quanto à posição da Cegoc, a tecnologia não substitui as pessoas, acelera as suas capacidades. O seu valor real depende daquilo que continua a ser exclusivamente humano, pensamento crítico, criatividade, capacidade de decisão, ética e liderança. Na entrevista, aborda ainda os desafios do grupo na atração de talento, o exercício da liderança num contexto de mudança permanente, e o impacto da IA em áreas como o recrutamento, o assessment e a própria aprendizagem.

"Não vemos a IA como substituição das pessoas. Vemo-la como um acelerador das capacidades humanas."
Ricardo Martins, Diretor Geral da Cegoc
Quer saber mais?
Porque a forma como uma organização lidera hoje determina a sua capacidade de se reinventar amanhã, e é essa continuidade, entre o que a Cegoc sempre foi e aquilo que está a preparar-se para ser, que atravessa toda a entrevista.
Leia a entrevista completa e descubra a visão da Cegoc sobre liderança, talento e o futuro do trabalho.
