Liderança Inclusiva
Práticas para Cultivar a Inclusão e Construir Melhores Equipas

Nos dias de hoje já não basta às empresas serem boas no que fazem, é preciso também serem boas para o mundo que as rodeia. A Responsabilidade Social Corporativa deixou de ser um extra bonito no papel e passou a ser um compromisso real, com impacto nas pessoas, no planeta e no futuro.
Mas como explicar esta transformação de forma inspiradora e compreensível?
A resposta pode estar no céu.
Se tivermos a sorte de ver um bando de gansos a voar na sua formação em V, estamos na realidade a observar uma verdadeira lição de liderança, solidariedade e eficiência coletiva. Estes são precisamente os valores que sustentam uma política de Responsabilidade Social Corporativa bem-sucedida.
Cada ganso voa ligeiramente acima daquele que está à sua frente, aproveitando o fluxo de ar ascendente criado pelas asas do anterior. Isto permite que o grupo voe 70% mais longe do que se cada um voasse sozinho.
Nas empresas, a cooperação entre departamentos, parceiros e comunidades permite alcançar impactos sociais e ambientais muito mais significativos do que em iniciativas isoladas.
O ganso que lidera a formação é quem enfrenta maior resistência do ar e, quando se cansa, troca de posição com outro elemento do seu grupo.
Na RSC, os líderes devem dar o exemplo, mas também saber quando ceder o lugar e promover uma liderança distribuída, assente na confiança e na competência.
Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente a manter o ritmo.
As empresas devem cultivar uma cultura interna de motivação, reconhecimento e partilha de valores, onde todos se sintam parte integrante de uma missão maior.
Se um ganso adoece ou é ferido, outros dois afastam-se com ele e acompanham-no até que esteja pronto para voltar a voar.
Perante a adversidade, uma empresa socialmente responsável não abandona os seus, sejam eles colaboradores, fornecedores ou comunidades.
A natureza tem uma sabedoria ancestral.
Se observarmos o comportamento dos gansos selvagens, descobrimos que os princípios da Responsabilidade Social Corporativa - cooperação, liderança ética, solidariedade e visão coletiva - não são somente boas práticas empresariais, são leis universais de sustentabilidade e progresso.
E tal como acontece com os gansos, empresas que voam juntas, voam mais longe.
Ao longo dos últimos 11 anos com funções no âmbito da formação para empresas, para os mercados de Portugal e PALOP, atualmente faz gestão e acompanhamento de projetos de formação com componente digital em diferentes setores de atividade, com especial destaque à Implementação de Bibliotecas de Conteúdos 100% digitais.
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